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Histórico
do Movimento Apostólico de Schoenstatt
Em
1914, quando rompia a primeira guerra mundial, Pe. José
Kentenich era Diretor Espiritual no Seminário Palotino
em Schoenstatt, próximo ao rio Reno e à
cidade de Vallendar - Alemanha.
Grande
devoto de Maria Santíssima, considerava-a como
a Educadora dos Cristãos e a colaboradora oficial
de Cristo na Obra da Redenção. Afirmava
que para formar um novo homem de profunda vida interior
era necessário um imenso amor à Maria, pois
em torno desta Mãe forma-se a verdadeira comunidade
baseada no amor.
Com as dificuldades da guerra, o grupo de jovens seminaristas
orientados por ele, ficou sem um lugar próprio
para seus encontros. Por isso começou a reunir-se
em uma capelinha abandonada, nas proximidades do Seminário.
Pe.
Kentenich ousou expor a idéia que há muito
tempo trazia em seu coração. Não
seria possível que através das orações,
sacrifícios e o esforço na educação
pessoal e comunitária que a Mãe Deus fosse
atraída à pequena capelinha e esta se tornasse
um Santuário de graças? Todos os que ali
chegassem para rezar deveriam experimentar suas glórias
e receber graças de transformação
interior. Assim convidaram Nossa Senhora a estabelecer-se
nesta capelinha.
Com
esse Compromisso chamado Aliança de Amor, deu-se
a FUNDAÇÃO DO SATUARIO E DA OBRA INTERNACIONAL
DE SCHOENSTATT EM 18 DE OUTUBRO DE 1914.
Pelo
apostolado e testemunho cristão dos jovens durante
a guerra, o Movimento tornou-se conhecido por muitos.
A ele aderiram homens, mulheres, jovens, profissionais,
casais, sacerdotes, que uniam-se num objetivo comum: colaborar
com a renovação religiosa e moral do mundo
em Cristo por Maria.
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